Fechar [ X ]
Aguarde...

 Tubarão (SC),
EDIÇÃO ESPECIALConstruir e Decorar
Clique para abrir
Edições Anteriores
DS VÍDEOSConfira os vídeos do dia
Mais vídeos   
 
DS ÁUDIOSConfira os áudios do dia
Mais áudios     
 
DS FOTOSConfira as fotos do dia
Mais fotos   
 
DS Interativo
Enquete
Envio de fotos e vídeos
Sugestão de pauta
Fale conosco
Notícias
DS Entrevista
Economia
Esportes
Geral
Polícia
Política
Colunistas
Arilton Barreiros
Charge do André
Cristiano Gonçalves
Dad Squarisi
Gervázio Plácido
Habitat Feminino
Ivana Anselmo Souza
Ivo Prim
Luiz Marins
Marcelo Valério
Márcio Cotrim
Néia Lopes
Pedro Hermínio
Rafael Matos
Reginaldo Leme
Diversão!
Amanda Menger
Berto Koch
Cláudia Souza de Albuquerque
Daniela Vicente
Domenico Pennino
Estela Maura
Flávio Ricco
Gianna Cesca
Horóscopo
José Warmuth
Karen Novochadlo
Mario Abel
Nelson Rubens
Paulo Coelho
Pe. Marcelo Rossi
Radicci
Ramires Linhares
Renata Dal-bó
Rodrigo d’Eça Neves
Tatiana Dornelles
Variedades
Folheie o caderno
Envie foto da sua festa
Especiais DS
Acervo
Fale conosco
DS Educação
Sobre o projeto
Notícias
Diarinho
Escolas parceiras
Fale conosco
Classimais
Julio Menegaz
Wilmen Vieira
Imóveis
Veículos
Diversos
Empregos
Folheie o caderno
Envie seu classificado
Clube DS
Como participar
Estabelecimentos credenciados
Promoções
Fale conosco
Mídias sociais
Siga o DS no Twitter
Visite nosso Facebook
Vídeos no Canal DS
     
Colunistas
   
Fale conosco
 

Cláudia Souza de Albuquerque


Geral
Sábado, 18/05/2013, às 06:00
Conversando com crianças sobre a morte

Em geral, as crianças apresentam curiosidade sobre a morte, independentemente de terem ou não passado por uma situação de perda.
Questões sobre essa temática são frequentes no dia a dia das crianças, uma vez que estão presentes em cenas de filmes, novelas, desenhos animados e até mesmo na vida real. Porém, a ficção nem sempre dá a este fenômeno uma concepção real, como no caso dos desenhos animados, onde as pessoas morrem e daqui a poucos minutos reaparecem em novas cenas.
O significado de morte varia de acordo com a idade da criança. Crianças menores, entre dois e quatro anos, não compreendem a morte como irreversível. O conceito de irreversibilidade começa ser assimilado por volta dos cinco anos de idade. O sentimento de perda e uma melhor compreensão sobre o fenômeno da morte iniciam a partir dos sete ou oito anos.
Mas, diferentemente da grande maioria dos adultos, que demonstram dificuldade ou apreensão para falar sobre a morte, as crianças geralmente não apresentam dificuldades em falar ou perguntar. A criança é espontânea, fala sobre seus sentimentos e curiosidades de modo natural e sem rodeios.
Tal dificuldade dos adultos está relacionada com nossa cultura, que atribui a este fenômeno o significado de perda, dor, desamparo, abandono, medo e desconhecido. O modo como a criança irá compreender e assimilar está diretamente relacionado à forma como ela receberá tais informações e orientações por parte dos adultos.
Sob o ponto de vista da Psicologia, a criança necessita de respostas para suas inquietudes e, muitas vezes, as respostas são simples, embora os adultos tenham medo de respondê-las. Querer saber e falar sobre a morte é só mais um dos focos de interesse da criança, assim como sexualidade, doenças, adoção, namoro...
Mas o que falar e como falar sobre a morte com as crianças?
- As repostas devem ser sempre verdadeiras e simples, muitas vezes baseadas nas crenças pessoais.
- Se você não sabe responder, não hesite em dizer isso à criança, afinal, você é adulto, mas não tem respostas para todas as dúvidas.
- Evite contar histórias muito fantasiosas.
- Não associe à ideia de abandono, descanso, viagem, adormecimento, como forma de simplificar suas explicações sobre a morte. Isso pode gerar confusão conceitual para as crianças, desencadeando pavor noturno, enurese, medo de dormirem sozinhas, de viajar, de serem abandonadas, medo do escuro, entre outros.
- Respeite o tempo da criança. Ela irá perguntar de acordo com sua necessidade e capacidade de entendimento. Ou seja, dê respostas claras e objetivas, avançando à medida que a criança for pedindo mais explicações.
- A criança pode perceber sua tristeza frente a uma situação de perda e luto, mesmo que você não chore na frente dela. Seja sincero, fale sobre seu sentimento de tristeza e saudade. A criança se sentirá mais segura ao perceber que o sofrimento dela se assemelha ao das demais pessoas. Pois, assim como os adultos, as crianças também vivenciam o luto, necessitando ser acolhidas e compreendidas nesse processo.
- Respeite o desejo da criança. Se ela faz questão de ir ao velório, leve-a (não precisa ficar o tempo todo).
 Portanto, falar sobre a morte é falar sobre a vida, pois ela faz parte do ciclo vital e o adulto que silencia não está protegendo a criança, mas sim a deixando sozinha em suas dúvidas, ansiedades e fantasias.

Outras Postagens
18/05/2013 - Conversando com criança...
11/05/2013 - Dia das Mães!...
04/05/2013 - Amigos Imaginários...
27/04/2013 - O que torna uma pessoa...
13/04/2013 - Eu vivo sempre no mund...
06/04/2013 - Relacionamentos interp...
23/03/2013 - E o que são as doença...
16/03/2013 - Como se a vida fosse um...
09/03/2013 - Quem nunca sentiu medo ...
03/03/2013 - Aspectos Psicológicos d...
23/02/2013 - Por que não consigo co...
16/02/2013 - Geralmente, vida de mã...
09/02/2013 - E o carnaval chegou......
02/02/2013 - Medos e fobias...
29/12/2012 - O que são drogas - 2...
22/12/2012 - Uma Mensagem de Natal!...
15/12/2012 - O que são drogas? ...
01/12/2012 - Saúde mental...
02/11/2012 - Amor Patológico Quando ...
27/10/2012 - Hipocondria - você conh...
20/10/2012 - Traços de Personalidade...
12/10/2012 - A Importância das Amiza...
06/10/2012 - Saiba mais sobre a Depe...
29/09/2012 - Transtornos Alimentare...
20/09/2012 - Dos Padrões de Beleza I...
13/09/2012 - Convivendo com A Nova G...
06/09/2012 - Síndrome do Ninho Vazio...
30/08/2012 - Psicólogo...
23/08/2012 - Transtorno do Pânico...
02/07/2012 - Proteção às crianças...
   
   
   

 
 
Todos os direitos reservados - Jorna Diário do Sul