| A localização de uma das estações da rede de monitoramento do Rio Tubarão poderá ser alterada. A modificação será sugerida pelo Núcleo de Apoio Técnico (NAT) do Comitê da Bacia ao pesquisador do Ciram/Epagri Nelso Figueiró, responsável pela instalação da rede.
A sugestão foi discutida em uma reunião na tarde de ontem do NAT. “A ideia é trocar o local para que possamos ter informações também sobre a região de Grão-Pará que recebe as águas que descem da Serra do Corvo Branco”, explica o climatologista Rafael Marques, integrante do NAT.
A alteração poderá ser feita com a estação prevista para Armazém. Um dos motivos é o índice médio de chuvas por ano. “Os dados apontam que na região de Grão-Pará chove mais do que em Armazém. Além disso, já temos em funcionamento uma das estações da Agência Nacional de Águas (ANA) em São Martinho, que está mais acima e recebe a contribuição de águas de São Bonifácio. Orleans recebe da encosta da Serra, como Lauro Müller e Braço do Norte, de Anitápolis e de Santa Rosa de Lima. Futuramente, a ideia é ter mais estações, podendo ter uma delas em Armazém”, afirma Rafael.
Pelo levantamento do comitê, são necessárias 21 estações, mas por enquanto a rede desenhada pelo Ciram/Epagri tem 10. Destas, cinco estão garantidas pela ANA, uma pelo Ciram/Epagri e uma sexta pela prefeitura de Tubarão, com recursos da Alcoa. As outras quatro mais o marégrafo serão discutidas junto à Amurel. As estações da ANA já têm localização definida: duas em Tubarão, uma em São Martinho, uma em Orleans e outra em Braço do Norte. |